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Aniversário... Mais um?!

Às vezes, eu odeio a tecnologia. E claro, como aquelas pessoas com dupla personalidade, às vezes eu a amo...
Escrevi um texto, não sei se bom ou ruim, mas estava "quase" no final... Celular deu pit e não salvou a postagem e to começando de novo... Do zero!!

...

E mais um ano chegou (ou PASSOU) tudo depende do óculos que vê (o ponto de vista ou a vista de um ponto?)...

A  vida de uma pessoa, em geral é marcada por alguns momentos bons, outros nem tanto... Alguns momentos ótimos e outros MELHORES AINDA, algumas indecisões, medos (talvez não), decepções?! Mas o principal é o amo...

NÃO!!

O principal é ser feliz... Fernando Anitelli e sua trupe conhecida como "O Teatro Mágico" me ensina cada coisa com suas letras incríveis e ainda embala minhas valsas solitárias na sacada alta (e gelada) com suas melodias maravilhosas. E algo que me lembro bem foi quando (em uma belíssima canção) ele disse: "É simples ser feliz!"...

E eu concordo!! É simples mesmo (pelo menos pra mim é). Em outra canção ele disse: " E o poeta riu de todos... E por alguns momentos foi feliz!"

Não que eu seja poeta, mas sigo bem estes "conselhos" na vida, em MINHA vida, pois se tem algo que eu realmente prezo... É isso, ser feliz! E por isso digo, "a simplicidade me atrai, sou feliz pois a tenho comigo, lado-a-lado."...

Sabe aquele sensação da chuva batendo no rosto, aqueles pingos lavando a alma?! Isso me faz feliz!! E o cheiro... Ah! Aquele cheiro de chuva na areia, me remete a minha doce infância e me faz feliz... A grama nos pés, um passeio pelo lago, piquenique no meio da tarde... São coisas tão simples, mas que na correria do dia perderam seu valor (para muitas pessoas) não pra mim, ainda bem que NÃO PRA MIM!!

Martha Medeiros disse certa vez:

"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos. 
Tudo perda de tempo. 
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. 
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."

E tenho que dizer, concordo com ela. Esse negócio de morno, pode até satisfazer alguns, mas não a mim. Comigo as coisas são intensas... Se é pra sentir que sinta na pele, e "se vamos todos ter rugas, que seja então de tanto SORRIR!"

Agradeço a Deus pela família que tenho, por todo carinho partilhado, pelas conquistas acompanhadas e o amor que simplesmente é/foi dado.

Agradeço também pelos meus amigos! Sou rica, pois sei que tenho pessoas que eu posso contar... Essas pessoas que me apoiaram e sofreram comigo, que choraram e riram MUITO. Amigos que me ergueram, me apoiaram e... Que me ouviram!!

Agradeço a Deus por te-los em minha vida, não vou citar nomes... Isso aqui ia virar um livro de nomes de A - Z, mas elas e eles... Eles e elas todos sabem, todos sentem meu carinho, meu amor e minha gratidão pelos risos, momentos e algumas lágrimas partilhadas.

Não sou perfeita... Desculpe quem esperava isso de mim. Errei muito, mas meu principal erro foi viver vidas que não eram minha vida... Vidas que outros queriam ou desejavam para mim, meu pior erro foi me excluir da minha própria vida e ser alguém que eu mesma não sei quem era.

Nunca quis e continuo sem querer ser perfeita, mas o principal de tudo, sou feliz... Talvez seja talento, talvez seja minha palhaçada ou a falta dela... Mas o fato é que sempre trago risos por onde quer que eu vá. E no meu caminho, vou acumulando o melhor... AMIGOS!!

Números... As pessoas grandes necessitam de números para acreditar (aprendi isso com meu livro de cabeceira), não sei porque é tão importante "Qual ano você nasceu? ... Quantos anos tem?"

Na minha opinião, a idade não deveria ser medida pelo tempo que saiu da barriga rosado e chorando até o dia do Ad...
A idade deveria ser medida pelas conquistas e fracassos, por quantas pessoas você ajudou durante esse tempo e por quanto tempo você permitiu de VERDADE ser você mesmo!

Desde que me permiti isso... Não aceito mais viver vidas de outros, vida que alguém gostaria que eu vivesse. Vivo a minha e já me basta para ser feliz!

E que venham MAIS, muitos mais anos... Ainda tenho muitos risos para partilhar com meus amigos.

Um tempo atrás (não tanto tempo quanto a frase, rs), conheci uma pessoa. A primeira impressão era de seria uma pessoa bacana, que iriamos nos dar bem e, de repente... Ela disse:

"- Sabe aquelas pessoas positivas demais, que riem de tudo, que estão sempre felizes?! Não tenho paciência para este tipo de pessoa!
- Você me descreveu nessa frase"...

Ela pensou, pensou e disse:
"- Mas a vida não é assim, só momentos bons e os choros e as lágrimas e as perdas?"
"- A vida é feita de uma balança, ora você está bem, ora não... Mas de todas as experiências vividas você deve tirar o melhor proveito. Você deve sempre aprender com os erros e o principal, você deve fazer aquilo que traga brilho ao seu olhar e um sorriso bobo aos seus lábios, isso COM CERTEZA será o certo e você viverá feliz... Pois são estes momentos que nos fazem ser quem somos!"

Bom, realmente ela não aguentou o positivismo. O riso...

Cá estou eu, beirando os... Quanto é mesmo o número?! Ahhh!!!

Quer saber, que as pessoas grandes façam a conta... Eu vou ali fora RIR, VIVER E O MAIS IMPORTANTE SER FELIZ!!

;)

O que é o AMOR?


Segundo Camões, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente...” Tá, calma aí, porque FERIDA? Eu sempre me perguntei por que as pessoas insistem em dizer que o amor machuca, que o amor dói, maltrata e (o que eu sempre achei a pior de TODAS AS FRASES de amor) que você sofre por amor...

Não discordo de que Camões seja um escritor incrível, mas “ferida”. Mas quer saber, eu concordo com ele, afinal AMOR é mesmo todo “todo esse fogo que arde sem se ver (e só se sente)”.
E porque isso agora? Depois de tantos anos? A resposta para essa pergunta nem eu mesma tenho... Só sei que ando me sentindo “perdida”... Minha vida tem saído do controle. Parece que tudo o que venho fazendo de alguma forma está errada?!


Voltando alguns anos lá atrás (e bota anos lá atrás nisso):

"Hoje andei entre "aspas", pulei vírgulas, trapaceei reticências... E fugi de exclamações! Só para estar ao SEU lado e PONTO FINAL".

Aquilo não tinha o menor sentido para mim, um papel com esta frase escrita (ou impressa) faz algum tempo que já não me lembro desses pequenos detalhes. E pensando e pensando, já não estava mais naquele (nesse) mundo, estava viajando entre aspas e vírgulas, trapaceando reticências (igual aquele desenho “O Fantástico Mundo de Bobby” – aquele que tudo o que ele pensava / sonhava saia da cabeça dele como se fosse um teatro com ele como único espectador, e ele ria das próprias ideias e imaginações), eu fiquei daquele jeito imaginando “aspas gigantes” que estavam ao meu redor e eu correndo como se eu fosse o “bonequinho do Mario”, correndo e pulando as “vírgulas” e “reticências” para chegar ao “ponto final”, e de repente ELA entra no teatro.
Foi bem assim, do nada toda aquela angústia que eu estava sentindo, tudo o que estava passando aqueles últimos três meses de repente a imaginação “A La Bobby”, simplesmente desapareceu e eu me vi olhando para ela, vi todos os nossos momentos, tudo o que tínhamos passado juntas até aquele dia. Todos os risos, as músicas, os sonhos partilhados, tudo. Comecei a pensar em tudo o que partilhamos e chorei... Deixei que as lágrimas rolassem em silêncio, o arrependimento e tudo o que eu estava sentindo, tudo o que havia perdido tudo que havia renunciado... E me veio novamente àquela imaginação “A La Fantástico Mundo de Bobby”, mas desta vez ELA era o meu “ponto final”, ali junto com a plaquinha escrito ganhou estava ela e o todo aquele sorriso que eu tanto amava. E então, eu também sorri, e corri para encontrar com ela (e isso tudo aconteceu em uma questão de segundos só no minha cabeça). E então, ela graciosa do jeito que só ela sabia ser, olhando para cima e pedindo que eu ascendesse às luzes (claro, ela não sabia que eu estava ali, e acho que se soubesse ela teria ido embora, não a culpo, afinal, tudo o que eu vinha fazendo nos três últimos meses realmente devem ter machucado e magoado muito ela. Tanto quanto a mim mesma talvez até mais do que a mim, afinal, eu era a que fazia “e sendo assim, não podia ser a que sofria”).
E foi realmente LINDO, arrisco a dizer MAGNÍFICO, e sem falar SENSUAL o ensaio dela... Já ouvi alguns autores dizerem: “Se eu não estivesse apaixonada por ela, naquele momento teria ficado”. O fato é que mesmo tentando negar e afastando-a de mim o máximo que eu podia eu realmente estava e sempre estive APAIXONADA por ela. Desde aquele primeiro 24 de Abril, desde aquele dia na sacada com aqueles olhos distantes olharam em minha direção (sem me ver, que isto fique bem claro). Eu estava apaixonada por aquela pessoa que eu não sabia quem era. Uma pessoa que eu nunca tinha visto, mas que naquele momento, naquele exato momento me trouxe uma sensação até em tão desconhecida e que eu só soube decifrar (de verdade) uns quatro ou cinco meses depois desse primeiro encontro. E aquele dia em questão já tinha se passado dois anos, foram longos anos... E longas histórias. E com essas histórias, muitos risos.
Mas naquele momento o que realmente tinha importância estava ali fora de meu alcance, longe de tudo o que eu estava tentando construir. Longe principalmente do coração (mas longe porque EU AFASTEI).
E sem pensar em nada, ao ver que perderia a última de todas as chances e olhando mais uma vez para o papel escrito, corri. Desci as escadas e a chamei... Pedi, implorei, chorei, desculpei-me por tudo o que tinha feito; Tudo o que... Por tudo!
Olhar para ela de tão perto (depois de tanto tempo novamente), senti-la nos meus braços em um abraço aconchegante, sentir o toque suave de suas mãos em meus cabelos, isso foi melhor do que o que eu esperava que pudesse acontecer, entretanto ver aqueles olhos tão tristes, aquilo sim foi a pior coisa de tudo o que eu podia sentir naquele momento. Foi como se eu me lembrasse daquela antiga frase escrita:
"Seus olhos são gotas de cristal cheias de mistério, duas estrelas ocultas no obscuro do céu, duas esmeraldas cintilantes que emanam calor e brilho. Eles envolvem sua existência no mundo, duas lagoas tão profundas e inquietas que escondem o amor".
E de repente entendesse, eu jamais poderia tê-la feito chorar. Mas eu fiz... Mas se era meu dia de sorte (ou não), não sei. O fato é que nos acertamos, e mesmo que tudo indicasse que não poderia ser, mesmo que minhas esperanças tivessem se esvaído quando ouvi: - Tem outra pessoa, eu não quero magoá-la! Desculpe. Aquele momento em que você percebe “é tarde, perdi!.
E sem que tivéssemos percebido tínhamos uma plateia, que ouviu tudo o que eu tinha dito, mas o que importava. Não poderia mais ser, eu sabia perfeitamente quem era nossa plateia, somente pelo marejar dos olhos verdes dela. Pela falta de ação, pelo silêncio... Eu sabia que devia me retirar, claro, não sem uma explicação, que ela não quis ouvir indo direto para “aquelas lagoas tão profundas e inquietas que escondiam o amor!” E como se tudo fosse mais provável do que qualquer outra coisa, menos o que realmente aconteceu, eu ouvi: - Vamos aproveitar que ainda é o começo e ninguém vai sair machucada e terminamos aqui... O jeito como você olha para ela... Você NUNCA vai olhar para outra pessoa! Eu estou aqui há mais de meia hora e você nem me ouviu chamando porque estava apenas conversando... Eu fiquei ali atrás, vendo vocês duas e nada nem ninguém no mundo irão separá-las... Aquilo realmente não podia estar acontecendo, eu me virei ainda a tempo dela dizer: “Vocês foram feitas uma para outra!” – E olhando para mim ela disse: “Essa é sua nova chance... Aproveite!”.
Aquilo foi à coisa mais mágica real e significativa que alguém tinha feito por mim...

Foram meses de pura alegria e sonhos sendo realizados... Era nítido o quanto nossas vidas mudaram, o quanto eu estava feliz, o quanto ela me fazia bem e o quanto eu a amava... Mas o melhor mesmo era ver aquele sorriso só para mim, sendo eu a causadora. Aquele brilho que me deixava fascinada. E esse foi outro momento que eu concordaria com os autores: “Se eu já não fosse completamente apaixonada por ela, ficaria naquele momento!”. Era um carinho mútuo, uma cumplicidade sem limites, um cuidado, era todo aquele “fogo que arde sem se ver (...). É dor que desatina SEM doer (...). É um não querer mais que bem querer (...).”. Outra frase que expressava bem o que era tudo aquilo é: “Se está em seu último pensamento antes de dormir. Se sonha durante o sono e acorda pensando antes mesmo de abrir os olhos... Ah! É o AMOR.”. Então, eu AMAVA, e era feliz porque este amor era correspondido, ela me fazia bem a cada minuto que passávamos juntas. E assim veio o ano novo quando ela me pediu que passássemos juntas – sim, com certeza – foi a minha resposta. E naquela onda de promessas do ano novo (ano velho), ela olhou para mim segurando meu rosto entre suas mãos, e falou rindo: "Porque os últimos e os primeiros minutos de cada ano serão SEMPRE seus". Não havia palavras que descrevesse aquele momento, eu e ela. Juntas, finalmente! Um sonho realizado...

Mas no final de tudo, deixei que as pessoas me “domassem” e me fizessem ser o que elas queriam (e não o que me fazia bem e feliz), aceitei o que me era fornecido e me dobrei a vontade alheia, me fiz triste para fazer outros felizes, porque eu “era normal”. Mas o preço que paguei foi caro, muito caro. Somente eu sei (ela sabe) o mal que ser o que eles queriam que eu fosse causou. Depois de tudo, o pedido de namoro de joelho em frente aos amigos, a casa, os sonhos, a cumplicidade, o amor. Ah! O AMOR... Eu simplesmente resolvi que... Resolvi que...
E foi na festa de formatura. LINDA essa era a descrição da roupa escolhida, a aura, a felicidade, o conjunto completo. Insensível (é isso o que fui naquele momento, talvez nomes piores), mas de uma forma louca eu achava que era o certo e mesmo depois de quatro anos. Quatro LONGOS anos que eu nunca tinha dito, eu simplesmente a olhei e falei: “Eu amo você!” – nessa hora eu já estava com lágrimas nos olhos – “Desculpe, eu amo muito você, mas não posso fazer isso! Eu preciso ser a pessoa que ela quer que eu seja; eu preciso ser perfeita ou nunca sereia suficiente. E ser perfeita implica em não ter gostos diferentes, em não ser diferente e em não amar uma... Em não poder amar você... Mas eu amo! E por isso preciso me afastar. Você merece alguém melhor e mais corajosa do que eu.”. – E com esta frase minha vida mudou e voltou àquela rotina “normal”, e foi dessa forma que bruscamente a tirei da minha vida e que sai da vida dela. Perdemos o contato, afinal foi o que eu pedi, supliquei (mesmo sem ser o que eu realmente queria). E só então eu entendi essas partes do soneto: “É ferida que dói e não se sente (...). Se tão contrário a si mesmo é o AMOR.”.

Os anos passaram, mas eu nunca esqueci, nunca deixei de falar. Nunca deixei de pensar... Por sorte, ou destino, senti algo parecido (novamente), mas mais uma vez eu deixei que fosse embora. Mais uma vez eu magoei e mais uma vez eu quis ser a pessoa “normal”, para ser vista e ser suficiente. Ela me fazia muito bem, mas eu não podia deixar que algo parecido com aquele sentimento viesse novamente a tona, não podia, mas deixei... E errei de novo. Errei porque eu não tinha coragem de assumir, errei porque eu ainda tinha esperança de ser suficiente. E novamente deixei que a opinião alheia me moldasse e terminei (claro, que nesse momento o afeto já era bem nítido), o que eu me segurava era distância... Ainda bem que ela existia, ainda bem que...
E mais ou menos da mesma forma (porém desta vez sem dizer) eu sumi, fiz o que achava melhor no momento e mais dor eu trouxe a outros olhos... Mas meu “segredo” estava com os dias contados, o problema era que eu não sabia que existia a possibilidade de tudo vir à tona, se eu soubesse talvez tivesse agido de uma forma diferente. Mas como eu ia prever o futuro? Se tudo o que eu REALMENTE queria era mostrar que eu era aquilo que era esperado de mim, tudo o que eu queria era ser suficiente... Mas sinto que nunca fui, e continuo até hoje sem ser. Sou e sempre serei a diferente de todos; aquela que escolheu o caminho errado e a que leva consigo todas as lágrimas que causou por querer ser outra pessoa e nem mesmo isso conseguiu...

O segredo finalmente foi descoberto e eu... Bom, eu fui viver sabendo que com o segredo descoberto eu seria SEMPRE a errada em tudo. Agarrei-me a pessoa menos improvável, talvez a mais provável no momento. E tenho muito a agradecer a ela, mas nunca foi igual. Desculpe.
Embora não tenha sido igual eu queria que fosse, e fiz de tudo para que fosse pelo menos bom (mas acabei errando novamente), mas desta vez todas as lágrimas que fiz aqueles olhos que eu tanto amei (e ainda amava) eram minhas. Finalmente alguém para me fazer tudo o que eu tinha feito a ela (nesse momento eram elas – em infinitos diferentes, mas de importâncias sem iguais).

É... E assim, acabou. As lágrimas dessa vez eram minhas, porque eu quis que fosse de verdade, eu quis que fosse real, eu quis que fosse igual (eu forcei para que fosse igual) e esse foi o meu erro.

Resolvi que nunca queria mais, que não iria mais. Que ficaria sozinha... Consegui alguns anos depois me explicar e olhar os olhos daquela pessoa que foi realmente importante e foi quando ela me mandou a música: “eu quero saber se você tem um novo amigo, que ama você como eu amei e que também vai te proteger, te dar o que eu não te dei... Me desgrace, me odeie só não te esqueça que eu amei você.”. Foi bem que merecido, mas depois de tudo o que passamos (e não passamos) ela me perdoou, mas já era tarde demais. Ela já tinha outra pessoa. Outra pessoa esta que apesar de todos os defeitos que tinha como “ser humano”, ainda era melhor do que eu, porque nunca tinha feito à merda toda que eu a tinha feito passar.

Mais alguns anos depois disso e finalmente achei que tinha me curado (como assim? Me curado? Eu era a responsável pelas lágrimas e estava me vendo como... Como... Como vítima?! Impossível saber como minha mente perversa trabalha, mas tudo o que eu queria era poder voltar no tempo e nunca, JAMAIS ter feito tantas pessoas importantes chorarem por mim). Em minha mente eu era um monstro... Pois não fui capaz de ser a pessoa que era esperada que eu fosse e não fui capaz de evitar as lágrimas... Delas...

O que eu era então (sou)?!

Talvez minha sina seja justamente essa, carregar essas dores que causei... Mas e QUEM CARREGA as DORES E LÁGRIMAS QUE ME FORAM CAUSADAS? (desculpe, sei que estou gritando... Mas não pude evitar).

Bom se em três vezes nós fomos e voltamos e nada aconteceu... Aquela não seria a vez que aconteceria alguma coisa, não é?! ERRADO! Voltando para casa ele DESVIOU o caminho, eu fiquei calada, não consegui falar nada, estava estática... Quando percebi, estava em um quarto de motel com ele nu na minha frente... Entrei no banheiro... E DROOOOGA não tem porta, sai de lá... Ele me pressionou contra a parede e tentava TIRAR minha roupa... Eu já estava aos prantos, CHORAVA e soluçava... Ele percebeu e disse:

- Pelo menos segura...

Ele colocou minha mão no membro dele e fez os movimentos com a mão dele por cima da minha a fim de que ele próprio se masturbasse usando minhas mãos... Pior tarde da minha vida, senti-me um lixo por não ter gritado, por não tê-lo impedido. Sentia o membro dele em minhas mãos e só chorava. Com a outra mão ele segurava no meu cabelo e no meu pescoço e ordenava no meu ouvido:

- Coloca a boca...

Eu forçava a cabeça para trás para não encostar a boca nele... No fim, consegui evitar colocar a boca e quando ele me soltou e em encolhi no chão do quarto chorando e soluçando. Ele ainda chegou perto de mim, totalmente sem roupa, segurou meu rosto com uma das mãos e com a outra segurou o membro dele encostando-o na minha boca... Então ele disse:

- Cala a boca eu já disse! - Ele forçou mais uma vez, mas eu não abria a boca, então ele desistiu e disse:
- Conte para alguém e faço pior, MUITO PIOR, da próxima vez... - Ele parou me olhou e disse cuspindo as palavras em cima de mim. – Sua sapatão!

Se eu disse que já tinha vivido a pior noite da minha vida... Estava completamente errada. A pior noite foi esta noite aí... E essas lágrimas quem é que carrega? Eu mesma, com certeza devo ter feito muita MERDA para ter acontecido isso, eu sempre me perguntei por que ele fez isso, porque ele fez o que fez... Se na época que ele fez eu nem assumida era, se na época a única pessoa que tinha amado era (foi...) a... (tá não importa o nome dela, afinal, não estamos mais juntas e ela seguiu a vida dela, assim como eu a minha).


E, voltando aos dias atuais, os fantasmas do passado voltam a me assombrar... E eu simplesmente ODEIO isso, gostaria tanto de esquecer. Gostaria tanto que nunca tivesse acontecido, gostaria que tivesse sido um pesadelo... Mas NÃO foi, nem as lágrimas que eu causei e nem muito menos as que me foram causadas. E ainda tinha (tenho) que carregar o fardo de não ser o que foi esperado de mim, de não ser “normal” de ser “a diferente”. Viver a vida que os outros querem (eu descobri a um alto preço) não vale nada se você não está feliz!



Um dia, depois de algum tempo, você SIMPLESMENTE começa a agir no automático. Tenho medo de magoar as pessoas boas que me rodeiam e por isso acabo me afastando delas. As pessoas são boas demais para me terem por perto e esse seria o motivo da minha reclusão? Nem mesmo eu posso responder...



Fujo sempre ao primeiro sinal de eu possa gostar de alguém... Porque não aguentaria novas lágrimas.



Mas no momento, (neste exato momento) tudo o que eu quero fazer é fazer diferente, desta vez... Não fugir ao primeiro sinal de um riso solto e um olhar carinhoso. Quero viver o que este riso e este carinho me proporcionam de bom... Quero devolver os meus risos com juros e correções monetárias em mais risos dela... E quero ser a causadora destes risos e toda esta felicidade.



Bora lá tentar viver e ver no que dá! E aproveitar cada segundo, pois eles não voltam mais e são de extrema importância SEMPRE. Quem sabe não seja esta minha mais nova chance que a vida dá... Para que eu seja, ninguém menos do que, eu mesma... Para que eu seja feliz... Para que eu faça feliz... Mas principalmente para ser o motivo (ou razão) desta felicidade!


Mais uma (s) "dessa vez" do PR...

Quem me conhece (ou acompanha) a Lagoa, leu um texto  no qual expressei todo meu DESAMOR por SP
A cidade era isso ou aquilo, tinha a "tal" da poluição por onde quer que olhasse, aquelas buzinas, metrô, lotação, trem... E um monte de outras coisas que podem ser lidas no texto:

"Mais uma (s) de SP..." (no qual, até hoje eu não entendo o porque desse "(s)" no título sendo que foi a primeira postagem a falar sobre a cidade.... Vai entender a cabeça de quem escreveu este texto... Oops, a cabeça foi a minha, vai entender minha cabeça. E só para manter o "padrão" este título também terá o "(s)"). :P


Mas falando, hoje já faz dois anos que saí de SP e nesses dois anos, muitas viagens e muita coisa aconteceu... Se sinto falta de lá?! Sim, muita falta... Se era realmente verdade que eu não gostava de SP. Não, isso é a mais pura MeNtiRa!! ahaahhaa... Mas este texto, não é para falar de SP e sim de meu novo endereço, minha mais nova (nem tão nova assim, afinal já fazem: 365 dias; ou 52 semanas e 1 dia; ou apenas 1 ano!).


O que afinal vim fazer aqui??
Esta foi a pergunta que mais ouvi nesses 365 dias (vou tratá-lo assim, pois, parece tão mais tempo falar 365 dias em relação à 1 ano).

E as respostas variam de acordo com o humor (ou tempo), ou ainda com o local (pessoa).
(vamos citá-las):

* Vim sentir (conhecer) o frio de verdade;
* Vim estudar / Trabalhar (tentar uma vida diferente em outra cidade);
* Vim porque gosto de viajar e queria conhecer o Sul do Brasil;
* Vim porque deu vontade de fazer as malas (sem olhar para trás) e vir;
* Vim porque aqui tinha o curso específico que eu quero / queria fazer;
* Vim porque é uma cidade grande e eu gosto de cidades grandes;
* Vim porque todos falavam: "É a Europa do Brasil" e eu como viajante nata queria conhecer esta "Europa Brasileira!"
* Vim porque diziam que era (é "será mesmo?!") a cidade mais limpa do País;
* Vim porque é uma as cidades (dizem) que tem o melhor custo benefício;
* Vim porque li no jornal (ou assisti / ouvi) que aqui tinha melhores oportunidades de emprego;
* Vim porque é perto da Praia e de outros lugares que ainda quero conhecer;
* Vim porque era Destino eu estar em Curitiba no ano de 2013;

* MAS, o importante de tudo: - Vim porque eu simplesmente queria vir. Eu queria conhecer a cidade, queria sentir o frio da capital mais fria do Brasil, queria ser diferente dos que planejam e não conseguem cumprir. Vim porque decidi um dia que sentiria pela vida o gosto da liberdade e de braços abertos e sorrisos no rosto eu sairia para conhecer / amar pessoas, novas culturas, novos estilos, novos e sempre novos... Mantendo os velhos (antigos / passado) sempre aqui comigo no coração.


Lembro como se fosse ontem (ou hoje, tanto faz), a sensação de entusiasmo, de medo (sim, tinha medo daqui), não foi a mesma sensação quando estava chegando em SP (aquela foi a primeira viagem para longe, para morar, as outras tinham sido apenas passeios rápidos e não muito longes, mas ao chegar naquela imensa rodoviária, onde eu não sabia para qual lado ir e o que fazer, foi extremamente angustiante), aqui foi diferente... Foi uma sensação de... "de que mesmo é aquela sensação?"...

O avião começou a taxiar na pista, minhas expectativas eram muitas, eu não sabia o que encontraria (como ou quem), mas sabia de uma coisa, estava feliz. Sorria e as estrelas, sorriam de volta.
Estranho pensar assim, mas quando saí da minha cidade (aquela menina "sim, eu era uma menina", 23 anos na mala (ou nas costas) e sonhos "muitos SONHOS", uma menina que não sabia o certo do errado, que ainda não tinha chorado o suficiente, "tá eu chorei, bastante... Mas não me sentia assim na época", uma menina que achava que precisava de outros / outras para ser feliz, uma menina que ainda acreditava em contos de fadas e achava que a vida era um. Alguém que não comia isso ou aquilo "porque não era isso ou aquilo", rss.) eu dizia o seguinte: "Vou para onde eu for, quando tudo estiver certo, quando eu conquistar tudo o que quero vou voltar. Aqui é meu lar, Campo Grande é minha casa. E no final de tudo é para cá que voltarei!".

Era essa a minha fala. (mas não foi bem assim).

Hoje eu vejo, com outros olhos e mais idades nas costas (ou na mala) que não foi bem assim... Quando fui para SP eu estava FUGINDO. Sim, exatamente isso. Fugindo de mim mesma, fugindo dos problemas, fugindo das coisas horríveis que ali tinham acontecido e que eu tola, tinha deixado guardado durante anos, ali só ferindo e machucando. Fugindo das pessoas ruins (como se em todo o lugar não houvesse pessoas ruins), eu estava fugindo, queria esquecer e achava que se parasse de pensar no assunto, talvez eu esquecesse, talvez... Talvez, eu esquecesse de um tal forma que pensasse que aquilo era / foi mentira, que não aconteceu... Mas aconteceu! E as coisas em mim (e para mim) só mudaram depois que eu DESABAFEI(aqui mesmo na Lagoa, basta clicar no link), me abri, contei e... Chorei. Por pensar que teria esquecido, por pensar que nunca existiu, mas aquelas lágrimas me fizeram forte, me fizeram MULHER. Hoje, lembro da menina que fui, dos sonhos que tinha e NÃO, jamais abandonaria meus sonhos!! Eu corro atrás para conquistá-los, subo e desço, onde que que eu vá é em busca de realização dos meus sonhos... Aquela menina que um dia fui, está aqui dentro, não a deixei morrer, a menina e a mulher hoje é uma só e por isso, tenho certeza de que estou / sou FELIZ!


Ao chegar aqui, um sentimento de "cheguei em casa" tomou conta de todo meu ser. Como se eu tivesse andado o mundo (que na verdade foram só alguns Estados do Brasil) buscando por este sentimento. Encontrei aqui meu NOVO lar... Se é temporário, eu não sei, se vai ser para sempre... Eu também não sei... Só sei que enquanto estou por aqui, estou curtindo ao máximo o que posso e fazendo o que mais gosto: "Conhecendo culturas, fazendo amigos e, simplesmente SORRINDO!".

Mas também para falar deste ANO, ou melhor destes 365 dias, tenho que voltar a fita (ainda na era da fita cassete, ahaha!). Lembro do desembarque, de tudo o que era dif... NORMAL, aeroportos são sempre iguais, a única coisa que difere são os nomes nas placas de informação (e localização) e a distância dos banheiros!!

Chegando no centro (da cidade mais limpa do Brasil) a primeira coisa que vi (fiquei pasma) foi um ser jogando uma latinha em um canteiro de flores bem na minha frente!!
E depois disso (talvez seja culpa do lugar escolhido), em volta do hotel tinham pessoas (sim, nunca imaginei isso, pois isso não era falado quando se falava da cidade nos Jornais, Revistas, Internet), SIM, PESSOAS dormindo no chão e no FRIO... Ah! Sim, o frio que eu tanto queria sentir, estava sentindo!!

No dia seguinte, fui no apartamento que eu tinha alugado (e pasmem "ou não", aluguei pelo Bom Negócio, e
diferente de muitos casos que ouvi (graças à Deus) deu tudo certo!). O apartamento era lindo e tinha uma vista incrível (que depois eu comecei a dizer: "Vista do meu apartamento no 3º andar").

O bairro em si é bem grande, no primeiro dia andei o dia inteiro, tentando me "situar" na nova vizinhança. Achei estranho (MUITO estranho) o fato de passar na rua, cumprimentar as pessoas e nada, nenhuma resposta. Mas continuei.
Arrumei um emprego (desses temporários, tanto para não ficar sem nada para fazer, como para conhecer). E foi ali que ouvi a primeira vez a pergunta: "- Mas o que você veio fazer em Curitiba?", e a responsável por esta pergunta é hoje minha amiga... Descobrimos muita coisa em comum (ou nem tanta assim), mas foi esses risos e o tempo que nos tornaram amigas! E assim a menina mais "louquinha" que conheço (no bom sentido, claro) na cidade é minha amiga... E aos poucos fomos nos tornando parceiras de risos e principalmente de finais de semana. Fazíamos várias coisas juntas, nos divertíamos sem igual... (até ela resolver voltar para a cidade onde os pais dela moram).



Não demorou muito (não sei se por qualificação ou persistência) e logo arrumei um emprego dos sonhos! Fazia o que eu gostava, o que estudei em vários cursos para saber / aprender, foi uma das melhores coisas que aconteceu... E ali, daquele ambiente, eu tirei (ou ela tirou de mim) mais uma AMIZADE. No princípio, não havia ninguém e depois já tinham duas... "Na verdade três (que eu pulei um para falar daqui a pouco)", amigas / amigo. Ela com o jeito carismático e de certa forma acolhedor. Fizemos uma amizade tão rápido quanto somar (2+2). Saímos, andamos, passeamos e depois (de volta) ao trabalho! Almoçávamos juntas... Era (não É) uma cumplicidade de verdade!!
E depois, vieram os pães de queijo... Ah! Que delícia!! :P (autênticos mineiros, não tinham como não ser bons). E eu conheci a família dela (que de certa forma ela dividiu comigo!), adorei (ADORO) cada momento que passamos juntas, os risos, as brincadeiras, as receitas e nossos jantares de finais de semana, pode ser pizza, pão de queijo, frango grelhado, qualquer coisa... Nós fazemos uma festa e todas (mãe/amiga, filhas/amigas e eu) SEMPRE se divertem.

E tem o amigo... De todas as horas!! Quando me mudei para o prédio era só eu. Alguns dias depois ele chegou. Mas não conversávamos... Até que um dia, começamos a conversar e rir e descobrimos coisas em comum... Ele é lá de cima, gosto dele porque me "ajuda" a corrigir as pessoas. Eu sou do Mato Grosso (ah! Do mesmo lugar da Lya, NÃO, ela é do MS (Mato Grosso do Sul) e eu do Mato Grosso... Mas é a mesma coisa! Não, não é a mesma coisa!). Nossa amizade é cômica, rimos um monte juntos (ou um do outro) e sem falar é claro, nos gostos em comum... ele também gosta do verdinho (não, não estou falando de maconha!), o Tereré (e pessoal do SUL é TererÉ " tem uma letra 'e' com acento AGUDO, o som é ABERTO: "éééééé"). Vizinhos de porta nós praticamente juntamos minha casa com a dele e fizemos juntos uma mesma cozinha, comida feita aqui é para ele e para mim, comida feita lá é ao contrário, ahaha, para mim e para ele!

Ah! E tem também os meus vizinhos... Os gringos, rss... Muito legais e super receptivos... Acho que essa cidade tem gente de todos os lugares... O que eu achava de mais estranho, na verdade era: ONDE ESTÃO OS CURITIBANOS?! Porque não consigo fazer amizades com eles? Meus amigos eram: Catarinense, Mineiras e Mato Grossense. Mas cadê o povo daqui?! Me perguntava e os via, porém eles eram SÃO muito fechados e pouco receptivos a amizade (era tudo o que eu pensava).

Depois de um tempo, você se acostuma... E eu acostumei a esse jeito meio 'chucro' deles... E então, veio a oportunidade de um sonho antigo... Tive dúvidas, pensei, re-pensei a escolha. Mas resolvi arriscar!! E como uma bela canção: "MILAGRES acontecem quando a gente vai a luta!".

E ACONTECEU!! ;) Eu estava em uma universidade pública FEDERAL. =D



E assim, estou na universidade! Estudando e fazendo novos amigos...
E pelos corredores da universidade andando ao lado de Nordestina, Baiano, Paranaenses, Paulistano e por fim UMA Curitibana, rss. Sextas marcadas por nossos desastrosos passeios... E risos, muitos risos!! E claro, estudos... E balas e chocolates e almoços no RU... Quantas histórias esse prédio não esconde... E na diversão com os amigos, o que conta são as risadas um do outro e todos de um! Adoro a companhia e a risada com eles!!

E claro, não poderia deixar de comentar o quão MARAVILHOSO, esplêndido e MÁGICO foi o show do "Teatro Mágico"... Conheci pessoas que partilham comigo o mesmo amor pela trupe! Pessoas que me fizeram rir e que as conversas serviram para conseguir aguentar a chegada da data! Foi meu terceiro / quinto show da trupe, mas este realmente vai ficar na memória!! As doze, (isso mesmo DOZE) horas de fila, aquele riso, alegria contagiante!! Simplesmente sem palavras para tanta emoção...

E depois disso tudo, depois de 365 dias estou começando (veja bem, COMEÇANDO) depois de um ano a perder aquela impressão que eu tinha das pessoas daqui. Ainda vai demorar um pouco, mas acredito que eles não são tão ruins assim como eu achei que era. E um ano depois de ter pisado aqui pela primeira vez, tenho certeza de uma coisa: "Estou FELIZ! Estou no lugar certo, no momento PERFEITO!"... Então: "Vam'bora lá curtir!".


Ah! Sim... Faltou uma coisa:
Quanto ao frio?? ... Bom, ano passado foi tanto frio que chegou a nevar, se senti TOOOODO aquele frio?! Sim, com certeza!! E na faculdade a professora disse: "Agora entendi o porque da touca e do casaco!"... =D
Este ano?! O frio ainda não começou (não de VERDADE), mas estou AMANDO cada dia que passa este ventinho gelado! Minha opinião:


"A cidade é linda! As pessoas são fechadas e o frio... Ah! O frio a gente sente, se espreguiça e continua fazendo as coisas!!"




FIM?! ...
Nãooo, ainda tem muita, MUITA história para rolar!! Vamos lá VIVER... E que venham muitos e MUITOS mais: 365 dias!

ps. E sem falar nos novos AMIGOS que a cada dia estou conhecendo... 
- Corre... Corre... Corre... É o nosso bus. (meia hora depois):
- Mas onde estamos?!
- Ah! Não acredito!!! Você fez eu correr a toa, meu celular caio no chão, na poça d'água e pra pegar o bus errado! Nunca mais acredito em você, rss...
Depois teve a pizza, com a amiga e a criança linda... E o jogo de RPG (adorei)...

Acho que já disse que estou APAIXONADA pela cidade?! Se não disse ainda, vou dizer: "- Curitiba! Estou apaixonada por você!". E por falar em novos amigos: "Amanhã vamos comemorar com vinho?!" ;)

ps². Adorei aquela criança que não fala com ninguém (pelo menos foi isso o que os pais disseram) e me ACORDOU com um abraço e um beijo no rosto!!


E, dois pontos (finais) para então encerrar:
- SAUDADES, sempre sinto da família, dos meus meninos (meus sobrinhos lindos e o Guili, sim, aquele que ganhou um texto como presente de aniversário). E eles, não estão longe!! Eles estão sempre comigo, no CORAÇÃO.

- Minha tattoo:


>> Que no fundo é simples ser feliz; Difícil mesmo é ser tão simples assim.
O Teatro Mágico.